Federação dos Trabalhadores Nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo
CNPJ 62.812.953/0001-01
Filiação

Reconhecida pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio por ato no D.O.U. de 24/04/1958 - processo nº 104.187/58 em 07/03/1958
Federação dos Trabalhadores Nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo
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Campanha Salarial Setor de Fabricação do Alcool 2009 / 2010
TRABALHADORES DA FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL REIVINDICAM 7% DE AUMENTO REAL:
A Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), que é filiada à Força Sindical, reunida com os seus 11 Sindicatos filiados, pertencentes ao setor de fabricação de álcool combustível no Estado de São Paulo, reunidos nos dias 11 e 12 de fevereiro, em São José do Rio Preto, no Seminário de Negociação Coletiva do Setor do Álcool, que também contou com a participação do secretario nacional de relações de trabalho - MTE - Luiz Antonio de Medeiros,deliberaram a pré-pauta de reivindicação da categoria, para ser aprovada pelos trabalhadores do setor e posteriormente ser entregue aos representantes patronais:
·        REAJUSTE SALARIAL: 7% mais a inflação do período (5,89 pelo INPC);
·        PISO SALARIAL: R$ 1.000,00;
·        MANUTENÇÃO DOS DIREITOS CONQUISTADOS.
“Nesse encontro, a Fequimfar e seus Sindicatos discutiram uma série de pontos referentes aos problemas, dificuldades e necessidades dos trabalhadores do setor de fabricação do álcool, com destaque para as reivindicações de recuperação das  perdas  salariais e aumento real, que possam atender os anseios de toda categoria, conforme o faturamento e crescimento do setor  nos últimos 12 meses. Lembramos também que em 2008 o setor teve um saldo positivo de 11.827 postos de trabalho, referentes a toda a cadeia produtiva”, comenta Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e da Força Sindical São Paulo.
         PRINCIPAIS BANDEIRAS DE LUTA

· Reajuste Salarial;
· Aumento Real;
· PLR (Participação nos Lucros e Resultados);
· Redução da Jornada de Trabalho;
· Igualdade de oportunidades;
· Melhoria nas condições de saúde e segurança;
· Unificação dos pisos salariais no Estado de São Paulo;
· Avanços nas cláusulas sociais.
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Campanha Salarial do Setor de Fabricação do Álcool - 2008/2009.
QUÍMICOS DA FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL CONQUISTAM 7% DE REAJUSTE

                     SÃO PAULO - Em dificuldade para fechar a campanha salarial de 2009 (a categoria tem data-base em 1º de maio), os trabalhadores do setor sucroalcooleiro reivindicam que o socorro financeiro do governo federal aos usineiros se dê da mesma forma como aconteceu para a indústria automotiva: vinculado a manutenção dos empregos. Segundo a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar), no primeiro trimestre de 2009, o setor cortou 5.834 postos de trabalho em todo o Brasil, enquanto no mesmo período de 2008, houve criação de 15 mil vagas.

                     "Não pode o governo dar dinheiro ao setor sucroalcooleiro sem conversar com os trabalhadores, principalmente porque estamos tendo problemas nas negociações coletivas", diz Sérgio Luiz Leite, presidente eleito da Fequimfar e primeiro-secretário da Força Sindical. "Estivemos em Brasília na semana passada para tratar disso", conta.

                     A briga dos trabalhadores, no entanto, vai além da manutenção das vagas: o sindicalista diz que a luta é por condições de trabalho. "Sabemos que há empresas atrasando o Fundo de Garantia, ou que não estão pagando a Previdência e até mesmo atrasando os salários", frisa.

                     Um levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) a pedido da Fequimfar aponta de que os recursos disponibilizados para o segmento sucroalcooleiro ultrapassam os R$ 9 bilhões (negociação de dívidas de R$ 3,45 bilhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, bancos comerciais, tradings; liberação de até R$ 3 bilhões para financiar os custos da estocagem de etanol (warrantagem) ao longo da próxima safra de cana-de-açúcar; renegociação de R$ 267 milhões em financiamentos no BNDES e no Banco do Brasil e; em março o governo anunciou a concessão de R$ 2,5 bilhões para a estocagem de até 5 bilhões de litros de etanol pelas usinas.

                     Até agora apenas três acordos foram concluídos em São Paulo - estado maior produtor de cana do País, responsável por mais de 60% da oferta nacional e cerca de 400 mil empregos diretos no setor. As negociações fechadas com o Sindicato dos Químicos de Ipaussu e Região correspondem a 03 usinas, que juntas representam, diretamente, cerca de 300 trabalhadores da Indústria de fabricação do álcool combustível em usinas e destilarias. Para este ano, a reivindicação dos trabalhadores é de teto mínimo de 7% de reajuste, sendo 1,1% de aumento real.

                     Além das negociações em compasso de espera e dos cortes nas vagas de trabalho, o setor sucroalcooleiro amarga um outro problema: a remuneração. Em São Paulo, por exemplo, um trabalhador admitido em março de 2009 na indústria sucroalcooleiro ganhava, em média, menos 25,52% do que um trabalhador que foi desligado. O salário médio mensal dos admitidos é de R$ 571,11, contra a média de R$ 766,82 daqueles que são desligados. "Essa redução se deve a rotatividade da mão de obra no Brasil. No ano passado, por exemplo, foram admitidas 16,4 milhões de pessoas e demitidas 15 milhões. Nesse processo de desligamento e contratação estima-se que as perdas da massa salarial fiquem entre 9% a 20%", explica.
Ajuda deve ser vinculada a emprego, diz setor da cana
Campanha Salarial do Setor de Fabricação do Álcool e Açúcar 2009/2010
PRIMEIROS ACORDOS SÃO FECHADOS
                 A Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e o Sindicato dos Químicos de Ipaussu e Região, que representam os trabalhadores da Indústria de fabricação do álcool combustível em usinas e destilarias da região de Ipaussu, conquistaram 7% de reajuste salarial, além da PLR, vale alimentação e  manutenção dos direitos já existentes, junto às negociações da Campanha Salarial, que envolve os trabalhadores do setor em todas regiões do estado.

                 Os mais de 25 mil trabalhadores que integram a Campanha Salarial do setor de produção de álcool combustível no estado de São Paulo, representados pela Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e seus sindicatos filiados, continuam mobilizados em todas as regiões do estado a espera de uma resposta dos usineiros, em relação a pauta de reivindicações da categoria.

                 Os acordo fechados em Ipaussu correspondem a 03 usinas da região, que juntas representam, diretamente, cerca de 300 trabalhadores:
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     Usina TGM: 7% de reajuste (inflação do período pelo INPC + 1,1 % de aumento real, PLR de R$ 535,00, Vale Refeição e manutenção dos direitos já existentes) 

                 Usina Freitas: 7% de reajuste (inflação do período pelo INPC + 1,1 % de aumento real, PLR de R$ 600,00, Vale Refeição e manutenção dos direitos já existentes)

                 Usina Tarumã: 7% de reajuste (inflação do período pelo INPC + 1,1 % de aumento real, PLR de R$ 600,00, Vale Refeição e manutenção dos direitos já existentes)
Fequimfar e Sindicatos filiados fazem greve de advertência no setor do álcool
No dia 13 de maio, diretores do STI São José do Rio Preto e da Fequimfar fizeram uma greve de advertência na porta da Usina Moreno, em Monte Aprazível, interior de São Paulo. A manifestação reuniu mais de 300 trabalhadores que cruzaram os braços por uma hora e meia para ouvir os dirigentes presentes. “Por enquanto foi só uma amostra do que pode vir pela frente. Se não nos unirmos agora não vamos ganhar nada. Os patrões estão dizendo que não vão conceder aumento algum. Isso é um absurdo e é bom que saibam que estamos preparados”, afirmou Jurandir Pedro de Souza, tesoureiro geral da Federação dos Químicos e presidente do STI Itapetininga. Em   encontros com os Sindicatos do Estado, os usineiros  levantaram a  possibilidade de não conceder nenhum   aumento aos trabalhadores  pertencentes ao   
 
Manifestacao em São Jose do Rio Preto
setor sucroalcooleiro. “Falamos sobre o que estamos ouvindo dos trabalhadores. É bom eles saberem agora o que está acontecendo. Mas não dar aumento aos trabalhadores está fora de questão. Eles continuam tendo muito lucro com a venda do álcool e açúcar e outros derivados que produzem, disse o presidente do STI São José do Rio Preto, Almir Fagundes.
A manifestação dos trabalhadores se estende em todo o Estado de São Paulo. No dia 12 de maio, os dirigentes sindicais também realizaram manifesto em Araçatuba, onde paralisaram as atividades na Usina Alcoazul S/A Açúcar e Álcool, por duas horas, já que a empresa não fez proposta do dissídio. Mais de 100 lideranças sindicais estiveram presentes. “A manifestação tem o objetivo de fazer com que o setor patronal apresente uma proposta de negociação referente a reposição salarial da categoria”, explica José Roberto da Cunha, presidente do STI Araçatuba.
Araçatuba
Manifestacao em Araçatuba
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NOTÍCIAS DCI - 29/05/2009
            A Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), filiada a Força Sindical, e os sindicatos filiados que representam cerca de 25 mil trabalhadores nas usinas de fabricação de álcool fecham os primeiros acordos na campanha salarial.
            “Trabalhadores de usinas e destilarias de algumas regiões do estado de São Paulo conquistaram reajustes salariais, mas a nós ainda aguardamos propostas mais satisfatórias dos usineiros às nossas reivindicações de aumento salarial, reposição das perdas, com a inflação dos últimos 12 meses, além de uma PLR digna. Os trabalhadores continuam mobilizados em todas as regiões do estado de São Paulo na expectativa de propostas concretas de um reajuste real, dos salários, com aumento real e PLR”, declara Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e da Força Sindical São Paulo.
            - A data-base é 1º de maio –
            Resumo de acordos fechados no Estado
            Região de São José do Rio Preto: a negociação com os patrões terminaram com reajuste salarial linear de 5,83%, PLR (no valor mínimo de R$ 616,00 para empresa com turno fixo; e R$ 1.231,00 para empresas com turno de revezamento) e ticket alimentação para as empresas que o concedem e manutenção das demais cláusulas. O piso salarial na empresa Grupo Moreno ficou em R$ 772,98 e nas demais 10 empresa, ficou em R$ 766,33. Este reajuste já acontece a partir de 5 de julho.
Campanha Salarial do Setor de Fabricação do Álcool e Açúcar 2009/2010
NEGOCIAÇÕES NO SETOR DO ÁLCOOL AVANÇAM
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