Federação dos Trabalhadores Nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo
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Filiação
Reconhecida pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio por ato no D.O.U. de 24/04/1958 - Processo nº 104.187/58 em 07/03/1958
Rua Tamandaré, 120/124 - Liberdade - CEP 01525000 - São Paulo - SP - Brasil - Fone(11) 3277-5000 - CNPJ 62.812.953/0001-01
Presidente: Sergio Luiz Leite
Artigo
17/01/2012 - 11:50
Projeto Verão sem AIDS 2012
17/01/2012 - 12:00
Direto da Base
Teletrabalho é reconhecido por lei.
A tecnologia modificou profundamente o conceito de tempo e espaço. Atualmente, praticamente tudo pode ser feito em qualquer hora e lugar com a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação. Cada inovação tecnológica bem-sucedida altera os padrões de como lidar com a realidade e, inclusive, com o trabalho. Neste contexto, veio mais do que em boa hora a Lei Federal 12.551/2011, que reconhece o teletrabalho.
Teletrabalho é o trabalho realizado a distância, fora das dependências da empresa usando a rede mundial de computadores, celulares e outros dispositivos de comunicação e geração de dados. Publicada no último dia 16 de dezembro, a Lei 12.551 altera o artigo 6.º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A nova redação equipara o trabalhado realizado a distância aos executados no estabelecimento do empregador ou no domicílio do empregado, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.
STI Jundiaí faz mobilização na empresa Hellermann Tyton.
Lideranças da FEQUIMFAR e sindicatos filiados estiveram, no dia 11 de janeiro, na cidade de Jundiaí, em São Paulo, apoiando o STI Plásticos de Jundiaí e os funcionários da empresa Hellermann Tyton em sua mobilização. A greve durou três dias e teve início devido a mudanças no plano de benefícios, que sempre foi fornecido gratuitamente e que passaria a ser descontado em folha de pagamento. João Henrique dos Santos, presidente do STI Plásticos de Jundiaí, declarou: "graças união dos mais de 300 trabalhadores, que também fortaleceu a aliança com o sindicato, foi possível a vitória".
17º Projeto Verão sem AIDS - Valorizando a vida - Informando, Conscientizando e Prevenindo
A abertura do Projeto Verão sem AIDS é um evento tradicional que marca o início de suas atividades com a realização de um grande show, que conta com a participação de um grande número de artistas e autoridades, num palco montado nas areias da Praia Grande, litoral sul do estado de São Paulo. Milhares de pessoas de todas as regiões do Brasil prestigiam o evento, organizado pela Força Sindical, com o apoio da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), entidade que idealizou e promoveu o Projeto por muitos anos, junto com a FECOMERCIÁRIOS, Prefeitura Municipal de Praia Grande, Ministério da Saúde, Governo do Estado de São Paulo e o reconhecimento da ONU (Organização das Nações Unidas).
Artistas e autoridades.
Esse ano a abertura da 17ª edição do Projeto Verão sem AIDS será realizada na tarde desse sábado, dia 21 de janeiro, a partir das 15h, quando será dado início ao grande show, que deverá contar com a presença do ministro da saúde, Alexandre Padilha, e do Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, juntos com o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o "Paulinho da Força", Sergio Luiz Leite "Serginho", presidente da FEQUIMFAR e 1º secretário da Força Sindical, Luiz Carlos Mota, presidente da FECOMERCIÁRIOS e tesoureiro da Força Sindical, Antonio de Sousa Ramalho, presidente do SINTRACON e vice-presidente da Força Sindical, Herbert Passos Filho, presidente do Sindicatos dos Químicos da Baixada Santista, e do anfitrião do evento, Danilo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical do Estado de São Paulo.

Para os shows de abertura, muitas bandas e artistas já estão confirmados, como Muleke Travesso, Salgadinho, Sheyla do Brasil, Maurício & Mauri e Novos Ídolos, entre outros.

Informação, alegria e valorização da vida com orientações sobre as formas para evitar o contágio, teste do HIV, tratamento e promovendo a solidariedade com as pessoas que vivem com HIV/AIDS.

Uma campanha de conscientização, educação e prevenção.
Há 17 anos, o Projeto Verão sem AIDS atua no combate às doenças sexualmente transmissíveis, com o lema Valorizando a Vida. A partir do dia 21 de janeiro, durante todos os finais de semana, até o carnaval, o Projeto Verão sem AIDS irá distribuir milhares de preservativos e materiais informativos sobre DSTs/AIDS, junto à orla marítima da Baixada Santista.

"A melhor forma para conter a doença é a prevenção. Nos últimos anos, foram desenvolvidas muitas formas para tratar os doentes, mas o mais importante ainda é a prevenção, por isso é fundamental tratar do assunto nas escolas, em casa e nos ambientes de trabalho, nas comunidades e na sociedade em geral. Vale ressaltar que agora, contamos com um importante instrumento para a defesa dos direitos das pessoas que vivem com HIV/AIDS: a Recomendação 200 sobre HIV/AIDS no Mundo do trabalho da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que também será divulgada durante a abertura."

João Donizeti Scaboli,
diretor responsável pelo departamento da saúde do trabalhador da FEQUIMFAR

"O movimento sindical está fazendo sua parte e é importante que as ações sejam em conjunto com os governos federal, estadual e municipal. O Projeto Verão sem AIDS conta com o apoio e reconhecimento da ONU e do Ministério da Saúde, e anualmente, atinge cerca de um milhão de pessoas no litoral paulista e em regiões interioranas do estado de São Paulo".

Sergio Luiz Leite,
presidente da FEQUIMFAR

Histórico.
O Projeto Verão sem AIDS teve início em 1995, em meio às discussões sobre a AIDS nos locais de trabalho. O Departamento de Saúde do Trabalhador da FEQUIMFAR sentiu a necessidade de planejar ações que tivessem como principal objetivo prevenir e diminuir o número de casos de contaminação entre os trabalhadores. Assim, em 1996, aconteceu a 1ª edição do Projeto Verão sem AIDS, realizada com sucesso, na Colônia de Férias da FEQUIMFAR, na Praia Grande - SP.
Desde então, já foram realizadas palestras e oficinas de conscientização e prevenção da AIDS, além da distribuição de preservativos para a população, turistas e empresas do pólo petroquímico da Baixada Santista e comunidades locais.
O Projeto Verão sem AIDS é uma campanha de conscientização, educação e prevenção de DST/AIDS e tem o apoio de entidades públicas, privadas e sindicais e o envolvimento dos Sindicatos filiados à FEQUIMFAR, que também desenvolvem eventos semelhantes em outros municípios e em diferentes épocas do ano.
Com o lema "Valorizando a Vida", o Projeto é resultado de um trabalho sério e que atinge aproximadamente 1 milhão de pessoas por ano, direta e indiretamente. Recentemente, ele foi reconhecido e citado no livro "HIV/AIDS no Mundo do Trabalho: As Ações e a Legislação Brasileira", uma publicação da OIT - Organização Internacional do Trabalho, como sendo um dos poucos trabalhos realizados por uma entidade sindical brasileira, que tem obtido êxito no campo da conscientização e prevenção da temática da AIDS.
Nos últimos anos o evento vem sendo promovido pela Força Sindical São Paulo, com o apoio e participação da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), FECOMECIÁRIOS (Federação dos Empregados no Comércio do estado de São Paulo), Sindicato dos Químicos da Baixada santista e da Força Sindical, além do apoio de diversas entidades sindicais, empresariais e governamentais.

Força Sindical
17/01/2012 - 17:00
Centrais sindicais lutam por menos juros e mais empregos.

Hoje, dia 17 de janeiro, lideranças das principais Centrais Sindicais do país estarão na Avenida Paulista, mobilizados, durante a primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que discutirá a taxa básica de juros.

No ano passado, o governo Dilma subiu seguidamente a taxa, que chegou a 12,5%, só voltando a cair, timidamente, em setembro. Atualmente em 11%, a nossa ainda é a maior taxa de juros do mundo e é responsável, em grande medida, pelo péssimo desempenho da nossa indústria em 2011 e pelo fraco crescimento do país.
Dirigentes da FEQUIMFAR e sindicatos filiados estarão presentes na manifestação, que será às 10h, em frente ao Banco Central.
Saúde do Trabalhador
17/01/2012 - 17:22
Ministério da Saúde assina protocolo com TST para evitar acidentes de trabalho
Jornal da FEQUIMFAR ed. 112
17/01/2012 - 17:20
Projeto Verão sem AIDS
Prevenindo, Conscientizando e Valorizando a Vida

Nesse sábado, dia 21 de janeiro, terá início mais uma edição de um dos projetos mais importantes e populares do movimento sindical, o Projeto Verão sem AIDS, que completa agora a sua 17ª edição.  Reconhecemos toda soma de esforços envolvida nessa campanha, sob o prisma de conscientização, informação e prevenção da sociedade em relação ao problema da AIDS, que é encampada por nossa central Força Sindical, junto à organização valorosa de todo o evento pela Força Sindical SP, na pessoa de seu presidente, o companheiro Danilo Pereira da Silva, com o apoio direto da FEQUIMFAR e FECOMERCIÁRIOS (Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo),  junto com o Sindicato dos Químicos da Baixada Santista, CNTQ e demais entidades sindicais, públicas e privadas de todo Brasil e , porque não dizer, de todo o mundo, que sempre colaborarem com o projeto.

Reconhecemos que muitas ações vêm sendo desenvolvidas para o tratamento da doença, mas acreditamos que a prevenção ainda é o melhor caminho. Temos que tratar do assunto nas escolas, em casa e nos ambientes de trabalho, nas comunidades e na sociedade em geral. O movimento sindical está fazendo a sua parte, com atividades que informam, educam e conscientizam, valorizando a vida, bem mais precioso de todo e qualquer trabalhador/cidadão.

O Projeto Verão sem AIDS teve início em 1995, em meio às discussões sobre a AIDS nos locais de trabalho. O Departamento de Saúde do Trabalhador da FEQUIMFAR sentiu a necessidade de planejar ações que tivessem como principal objetivo prevenir e diminuir o número de casos de contaminação entre os trabalhadores. Assim, em 1996, aconteceu a 1ª edição do Projeto Verão sem AIDS, realizada com sucesso, na Colônia de Férias da FEQUIMFAR, na Praia Grande - SP. Desde então, já foram realizadas diversas palestras e oficinas de conscientização e prevenção da AIDS, além da distribuição de preservativos para a população, turistas e empresas do pólo petroquímico da Baixada Santista e comunidades locais.
Artigo
20/01/2012 - 16:00
Hoje é uma Campanha reconhecida e citada no livro "HIV/AIDS no Mundo do Trabalho: As Ações e a Legislação Brasileira", uma publicação da OIT - Organização Internacional do Trabalho, como sendo um trabalho sério realizado por uma entidade sindical brasileira, que tem obtido êxito no campo da conscientização e prevenção da temática da AIDS. 

Sendo assim, ressaltamos que, a cada edição, o Projeto Verão sem AIDS se referenda com muito mais força, na luta contra esse mal que ainda aflige uma grande parcela da população mundial.

Sergio Luiz Leite, presidente


Novo salário mínimo é anunciado para o Estado
Danilo Pereira da Silva,  Presidente da Força Sindical de São Paulo e
vice-presidente da FEQUIMFAR, esteve junto com o governador de São
Paulo, Geraldo Alckmin, e as centrais sindicais Força Sindical, Nova
Central, CGTB, UGT e CTB,  para anunciar nesta quinta-feira (19) o
reajuste de 15% para o piso do salário pago no Estado de São Paulo. 
Aprimeira faixa de pagamentos, atualmente em R$ 600, será corrigida
para R$ 690 e a s faixas superiores -- R$ 610 e R$ 620 -- terão correção
um pouco menor e vão subir para R$ 700 e R$ 710, respectivamente.
O Governador fez seu pronunciamento no salão do Palácio dos
Bandeirantes, onde anteriormente havia se reunidocom os dirigentes
sindicais e apresentado uma proposta de aumento consensual. Todos
os dirigentes estiveram ao lado do governador no momento do anuncio
dos novos pisos que passaram a valer em março. Até lá, trabalhadores
com carteira assinada deverão receber o piso nacional (R$ 622), uma
vez que não é permitida a remuneração abaixo do salário mínimo, afora
trabalhadores que são regidos por convenções coletivas sindicais.
Atividades
20/01/2012 - 16:00
O governo informou ainda que até 2014 a correção do salário mínimo de São Paulo será
antecipada mês a mês, até chegar a janeiro.
Assim como o praticado pelo governo federal e prometeu a criação do conselho de
desenvolvimento econômico e social para o Estado.
Segundo Danilo, o salário mínimo no Estado ainda não é o ideal, mas é preciso que o trabalho que
está sendo feito desde o ano passado pelas centrais junto a Secretaria Estadual do Trabalho,
continue. "Apesar de toda a crise no exterior, o Brasil passa por um grande momento econômico
que tem gerado muitos empregos e renda, nossa função é valorizar o trabalhador através do seu
salário", declarou.
O texto atual também ganha um parágrafo único e deixa equivalentes os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão, com os meios pessoais e diretos. Como cada vez mais a tecnologia da informação faz parte e altera nosso dia a dia, a nova lei é uma conquista do trabalhador. Já havia jurisprudência que admitia esta equiparação, principalmente nas demandas que envolviam reconhecimento de vínculo de emprego ou horas extras.
Mas a nova lei, de forma objetiva, esclarece a questão, garante isonomia entre os trabalhadores e confirma que o que realmente importa é a forma como o trabalho é desenvolvido, e não o local de sua execução.
É justiça social no âmbito do trabalho!
Edson Dias Bicalh
o, secretário geral da FEQUIMFAR e presidente do STI Bauru.
Projeto Verão sem AIDS reúne milhares de pessoas em sua abertura
No último sábado, aconteceu a abertura da 17ª edição do Projeto Verão sem AIDS que foi um grande sucesso, reunindo diversas lideranças sindicais e um público bastante animado.
Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR, comandou o evento, que começou às 15h e terminou só de madrugada, com muita música, diversão e informação. Ao longo do dia, Bicalho comunicou dados sobre a AIDS e outras DSTs, conscientizando moradores e turistas da Baixada Santista.   
Além das apresentações musicais, dirigentes sindicais também distribuíram preservativos e panfletos informando sobre como evitar doenças sexualmente transmissíveis.
Saúde do Trabalhador
23/01/2012 -  18:00
Durante o ato político, Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, falou da importância de atividades que informam, educam e conscientizam os trabalhadores, valorizando a vida.
Danilo Pereira da Silva, presidente da Força SP, falou sobre a soma de esforços envolvida na campanha, sob o prisma da prevenção, e que é encampada pela central Força Sindical.
João Donizeti Scaboli, idealizador do projeto e responsável pelo departamento de saúde do trabalhador da FEQUIMFAR, explica que o projeto ocorrerá todos os finais de semana, até o final do carnaval. “Temos que unir esforços em prol da saúde e do combate contra AIDS. Sabemos que a melhor forma para conter a doença é a prevenção, sendo assim, é fundamental tratar do assunto nas comunidades e na sociedade em geral”, disse.
O Projeto Verão sem AIDS, um dos eventos mais populares do movimento sindical, tem apoio e reconhecimento da ONU e do Ministério da Saúde. Ele está sendo promovido pela FEQUIMFAR, FECOMERCIÁRIOS e Força Sindical SP, e vai até o carnaval, com a distribuição de kits e preservativos.
clique na foto acima para ver mais imagens
SNQ
24/01/2012 - 16:00
SNQ realiza primeira reunião do ano
No dia 20 de janeiro, a diretoria da SNQ (Secretária Nacional dos Químicos), eleita no ano passado, reuniu-se na Praia Grande, para planejar os trabalhos e atividades que serão desenvolvidas pela entidade, em 2012.
Herbert Passos Filho, coordenador nacional, ressaltou a importância da SNQ na categoria e seu
histórico de apoio e luta, junto às necessidades do ramo químico, inserido nas entidades do setor que integram a Força Sindical.
Direto da Base
27/01/12 - 13:00
STI Araçatuba participa de 24ª edição do “Torneio da Amizade de Futsal”

Com o apoio da FEQUIMFAR e do STI Araçatuba, teve início no dia 25 de janeiro a 24ª edição do “Torneio da Amizade de Futsal”. O evento, forma de confraternização pelo final dos trabalhos da safra, visa reunir os funcionários do setor sucroálcooleiro da região oeste do Estado de São Paulo e está sendo realizado no Ginásio Municipal de Esportes “José Bento de Souza”, localizado na Rua Augustinho Alegre Chic, 634 - Centro, Sud- Mennucci.

Contando com a participação de 15 equipes além da promotora do evento, Usina Santa Adélia-Pioneiros de Sud-Mennucci, os jogos acontecem até o dia 28 de janeiro, data da premiação. Os trabalhadores e moradores de Sud-Mennucci e municípios da região também podem comparecer no evento para torcer por suas equipes.
Direto da Base
27/01/12 - 13:00
Dirigente químico participa de debate sobre o banimento das sacolas plásticas

O jornal Folha de São Paulo promoveu em seu auditório, no dia 23 de janeiro, um concorrido debate referente o banimento das sacolas plásticas nos supermercados e comércio de São Paulo. Na mesa de debate, participaram da discussão o advogado, presidente do Idecon (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor) e secretário geral do Sindicato dos Químicos de Guarulhos, Reginaldo Sena, que junto com o presidente da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos), Miguel Bahiense, defenderam uma avaliação mais criteriosa, junto à medidas contrárias ao banimento das sacolas, em contrapartida às opiniões e decisões tomadas pelo governo do estado de São Paulo, que esteve representado pelo secretario estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, junto com a  Apas (Associação Paulista de Supermercados), representada  por seu presidente João Galassi. O debate foi mediado pelo jornalista Morris Kachani.
Ao início do debate, foi apresentado o problema que se estabeleceu, a partir da assinatura de um protocolo de intenções entre o Governo do Estado de São Paulo e a Associação Paulista de Supermercados (APAS),  para retirada de circulação das sacolas plásticas descartáveis, junto a proposta do prefeito de São Paulo, aprovada pela Câmara dos Vereadores da capital paulista, de proibir o uso das mesmas nos mercados e shopping da cidade, que também estabelece para os consumidores, a cobrança de sacolas descartáveis, no valor mínimo de R$ 0,19 centavos. O debate iniciou-se, após uma breve exposição das opiniões de cada um dos participantes da mesa, onde Reginaldo Sena expôs uma série de irregularidades referente ao acordo entre o governo paulista e APAS, junto à apresentação de diversas questões de ordem ambiental, técnicas e jurídicas, entre outras, referente ao banimento das sacolas nos supermercados. As divergências existentes, no que se refere a tal medida, que além de ser um flagrante desrespeito com a classe trabalhadora, e por consequencia com a própria sociedade, foram expostas por Reginaldo Sena, “O estabelecimento de um preço mínimo e único de R$0,19 por sacolinha em todo o Brasil, fato que se traduz num completo desrespeito aos cidadãos, pois estabelece a formação de verdadeiros cartéis. Além disso, esta sendo constatado que as sacolas ofertadas nas grandes redes de supermercados, além de serem irregulares, possuem um preço acima do preço que foi estabelecido como limite”. Nesse contexto, Reginaldo Sena também frisou que a medida fere e desrespeita a lei referente ao código do Consumidor, além de ferir incisivamente a cidadania social, “É obrigação dos estabelecimentos comerciais e das grandes redes de supermercado, a disponibilização gratuita de sacolas de boa qualidade para o transporte dos produtos adquiridos pelos consumidores”.

“Medidas como essas se traduzem em falsas preocupações com o meio-ambiente, gerando leis que só atrapalham a vida e não contribuem em nada com o meio-ambiente. Ora, colocar o lixo em sacos plásticos pode e não agride a natureza, mas se as empresas fornecem sacolinhas e, se as pessoas as utilizam para colocar lixo, isso não pode? Sabemos que as sacolinhas possuem  dupla utilidade, o transporte dos  produtos e a utilização no embalo do lixo domestico,”, destacou Reginaldo Sena. A pergunta que fica é, e agora? Como fica a população de baixa renda que não tem condição de comprar sacos próprios para lixo?

Ao final do debate, Reginaldo Sena destacou para a todos presentes a inconstitucionalidade da medida e conclamou a todos presentes, que junto com a mobilização da população, à participar de uma série de manifestações,  que serão realizadas em todo o estado de São Paulo, contra esse vergonhoso acordo que atinge diretamente a grande maioria das comunidades de São Paulo, “O que precisamos é exigir sacolas de boa qualidade e gratuitas. E isso é um direito nosso. Não podemos aceitar esta situação. Não vamos comprar essas sacolas que eles estão querendo impor. E nem podemos aceitar imposições mercadológicas como essa, que somente colaboram com a ganância e o aumento da lucratividade de empresas irresponsáveis”.
27/01/12 - 13:00
Saúde do Trabalhador
Com o objetivo de agradecer o apoio no Projeto Verão sem AIDS, João Scaboli, responsável pelo departamento de saúde do trabalhador da FEQUIMFAR, homenageou o ministro da saúde, Alexandre Padilha, e o conselheiro do CNS, Nelson Augusto Mussolini, representando a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com uma placa comemorativa do Projeto Verão sem AIDS 2012
Direto da Base
27/01/2012 - 18:00
Força Sindical promove Oficina de Avaliação e Construção de Agenda Nacional de Saúde e Segurança no
Trabalho
Com objetivo de aproximar os secretários de Saúde e Segurança do Trabalho das Estaduais da Força Sindical, debater a conjuntura
em saúde do trabalhador no Brasil, avaliar as ações desenvolvidas pela Secretaria Nacional e elaborar agenda para os próximos dois
anos, foi realizada a “1ª Oficina de Avaliação e Construção de Agenda Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho para as ações da
Força Sindical em 2012 e 2013”. A oficina aconteceu nos dias 20 e 21 de Janeiro de 2012, com participação de 23 secretários de
Saúde e Segurança do Trabalho das Estaduais da Força Sindical, e convidados somando um total de 45 participantes. Divididos em
grupos, os participantes discutiram os principais desafios encontrados pelos trabalhadores na implantação de Políticas Nacionais de
Saúde e Segurança no Trabalho. O Secretário Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho da Força Sindical, Arnaldo Gonçalves,
declarou: “Após esta oficina saímos fortalecidos e integrados nas ações em defesa da Saúde do Trabalhador”.
Fonte: Força Sindical.
27/01/2012 - 18:00
Direto da Base
Trabalhadores do STI Presidente Prudente participam da 22ª Edição de Torneio de Futebol
02/02/2012 - 10:15
27/01/2012 - 18:00
Atividades
02/02/2012 - 10:00
Com a extinção das sacolas plásticas nos supermercados e comércios de São Paulo, que começou no dia 25 de janeiro, o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idecon), presidido pelo companheiro Reginaldo Araújo Sena , percorreu os supermercados de Guarulhos para conferir como foi o primeiro dia de compras sem a utilização de sacolas.
A carreata promovida pela entidade de defesa do consumidor contou com o apoio da FEQUIMFAR, Sindicato dos Químicos de Guarulhos e CNTQ e serviu de protesto e alerta quanto ao desrespeito do protocolo de intenções entre o Governo do Estado de São Paulo e Associação Paulista de Supermercados - APAS que fere o Código do Consumidor e a cidadania social.
O protocolo de intenções estabelece para os consumidores a cobrança de sacolas descartáveis, no valor mínimo de R$ 0,19. Outra alternativa sugerida é o consumo de sacolas recicláveis ao custo que varia de  R$ 2,90 a R$ 12,90.
O STI Presidente Prudente realizou no dia 28 de janeiro, no Clube Pimenta Doce, em Santo Anastácio, a 22ª edição do Torneio de Futebol Médio e a 25ª edição do Torneio Campeões de Truco. Mais de 500 pessoas estiveram presentes durante o evento,  que sorteou vários prêmios, entre eles televisores de LED 32”.  Ao todo, 12 times de futebol e 43 duplas de truco disputaram os torneios e contaram com o apoio e animação por parte das torcidas.
Danilo Pereira da Silva, vice-presidente do STI Presidente Prudente, esteve no evento representando a FEQUIMFAR. Ao falar aos trabalhadores, Danilo lembrou o início dos torneios, as dificuldades da fundação do sindicato e, elogiou o atual presidente e sua diretoria, por terem dado seqüência ao trabalho de buscar a qualidade de vida por meio do esporte e lazer. “Sei que não é fácil, mas, investir na saúde e qualidade de vida dos trabalhadores, é o melhor investimento que podemos fazer e isso tem sido feito pelo Toninho e a diretoria, parabéns a todos!”, declarou.
FEQUIMFAR apóia protesto contra a extinção das sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais
Para Reginaldo Araújo Sena, que também é secretário geral do Sindicato dos Químicos de Guarulhos, o protesto teve o sucesso esperado, pela resposta positiva dos consumidores, preocupados em carregar suas compras sem comprometer a qualidade dos produtos. “Fomos bem recebidos e tivemos apoio total da população que se mostrou revoltada com a nova medida”, comentou Reginaldo.
Vale ressalta que o Idecon entrou com uma ação civil pública na justiça solicitando a suspensão do acordo entre a APAS e Governo do Estado, o que segundo a entidade só surte efeito entre eles e os Supermercados, não atendendo o direito dos consumidores.
27/01/2012 - 18:00
Força Sindical
02/02/2012 - 09:40
No dia 24 de janeiro, lideranças da central Força Sindical reuniram-se com o ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, para debater medidas compensatórias para os setores de autopeças, de instrumentos musicais e embalagens de alumínio. Maria Auxiliadora, presidente do STI Instrumentos Musicais e Brinquedos, e Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR, participaram do encontro. “Nos anos 80, o setor de instrumentos musicais empregava mais de 20 mil pessoas, sendo que agora, contamos somente com 1.800 trabalhadores. A reunião foi positiva, porque tratamos de medidas de proteção para o setor”, disse Maria Auxiliadora.
Foto: Daniel Cardoso
27/01/2012 - 18:00
02/02/2012 - 09:00
Direto da Base
STI Cosmópolis realiza festa de Confraternização
No dia 29 de janeiro, o STI Cosmópolis realizou sua Festa de Confraternização, no salão de festas da Igreja Nossa Senhora Aparecida, em Cósmopolis - SP. Na ocasião, esteve presente Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, que, ao lado do presidente do STI Cosmópolis, Odair Antonio Bortoloso, fizeram sorteios de brindes entre os trabalhadores e seus familiares.
27/01/2012 - 18:00
28/01/2012 - 18:00
Artigo
Pelo fim do Trabalho Escravo
Em todo o país, no dia 28 de janeiro, serão realizados diversos atos referentes ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, data que foi oficializada em homenagem aos quatro auditores fiscais do trabalho, que foram assassinados, em 2004, durante uma fiscalização na zona rural da cidade de Unaí, em Minas Gerais. Ressaltamos que essa é mais uma forma de chamar atenção da sociedade sobre o problema, junto ao estabelecimento de medidas sérias que incidam diretamente na erradicação do trabalho escravo e análogo. Em relação a todo esse processo, o movimento sindical há muito tempo vem fazendo a sua parte, reivindicando junto às autoridades e estando sempre atento às fiscalizações e denúncias. Mesmo nos dias atuais, continuamos a flagrar diversos empregadores que exploram mão-de-obra escrava em propriedades rurais, em fábricas e indústrias. Sabemos que as inspeções identificam muitas irregularidades e é por isso que às apoiamos. Não podemos permitir que, por causa da busca incessante pelo lucro, os trabalhadores sejam submetidos a condições subumanas, sem qualidade de vida e de trabalho, com péssimas condições de saúde e segurança. A FEQUIMFAR e seus sindicatos filiados lutam pelo trabalho decente, pelo crescimento econômico acompanhado pelo crescimento sustentável e pela proteção social. Temos que eliminar o trabalho escravo e forçado, com uma maior fiscalização e presença do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), pelo aumento do número de fiscais e junto também a um maior número de atividades, inseridas diretamente no estabelecimento de programas políticos relacionados à defesa da valorização do trabalho e do emprego decente e no combate a todas as formas de trabalho degradantes, do trabalho forçoso, análogo ao escravo e do trabalho infantil.

Sergio Luiz Leite,
presidente da FEQUIMFAR
Direto da Base
03/02/12 - 16:30
Vale recebe “prêmio” de pior empresa do planeta.

Este ano, a Vale foi eleita a pior empresa do mundo pelo Public Eye Awards, premiação criada pelo Greenpeace da Suíça e pela ONG Declaração de Berna, que avalia questões relacionadas aos direitos humanos, trabalhistas e ao meio ambiente. É a primeira vez que uma empresa brasileira recebe o prêmio conhecido como "Oscar da Vergonha".  Herbet Passos Filho, diretor da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e presidente do STI Santos, afirma: “depois que o movimento sindical divulgou a premiação, a Vale recebeu muitos votos, principalmente dos empregados, indignados em função dos problemas ambientais, sociais e trabalhistas”. Segundo Passos, atualmente a Vale é considerada como pior exemplo de relações humanas, sociais e ecológicas do planeta, fato esse que envergonha internacionalmente o Brasil. Passos também lembra que recentemente, a companheira Sharon Burrow, secretária-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI), enviou uma carta à presidenta Dilma Rousseff, com denúncias sobre a Vale, solicitando que
fossem tomadas medidas urgentes para sanar os abusos da mineradora.
Veja a Matéria do G1/ portal Globo:  http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/01/vale-recebe-premio-de-empresa-com-pior-
atuacao-social-e-ambiental.html

"A mineradora brasileira Vale foi eleita a pior empresa do mundo pelo "Public Eye People´s”, premiação realizada pelo Greenpeace da Suíça
e pela ONG Declaração de Berna, que escolhe as empresas com pior atuação em relação aos direitos humanos e ao meio ambiente.  O
resultado foi divulgado nesta sexta-feira (27), durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Em votação aberta ao público, a Vale
<http://g1.globo.com/topico/vale/> foi eleita com 25.041 votos, seguida pela japonesa Tepco (24.245), que opera as usinas nucleares de
Fukushima, e pela Samsung (19.014). Segundo os organizadores, 88 mil pessoas participaram da votação online". De acordo com as ONGs,
a Vale foi indicada por sua participação na construção da usina de Belo Monte, no Pará. "A represa deve resultar na realocação de 40 mil
pessoas, que não podem dar sua opinião sobre o assunto nem devem receber compensação", dizem as entidades em nota.
As ONGs afirmam ainda que a história da companhia tem sido manchada "por repetidas violações dos direitos humanos, condições
desumanas de trabalho e a exploração impiedosa da natureza". É a primeira vez que uma empresa brasileira leva o inglório título. A
premiação existe desde o ano 2000.
A Vale tem participação minoritária no consórcio Norte Energia <http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/04/vale-confirma-
entrada-na-usina-de-belo-monte.html>, responsável pela implantação, operação e exploração de Belo Monte. Procurada pelo G1, a Vale
informou que criou na internet uma página para esclarecimento do assunto. "A Vale sabe que a atividade mineradora gera impactos e, por
isso, atua de forma a controlá-los e reduzi-los", afirma a companhia na página de esclarecimento <http://www.valeesclarece.com/>. "Além das
obrigações legais e gestão dos impactos de suas operações e projetos, a Vale contribui voluntariamente e investe na conservação de
ecossistemas naturais e boas práticas em desenvolvimento sustentável", acrescenta.
A Vale informa que planeja investir US$ 1,65 bilhão em ações socioambientais em 2012 e disponibiliza na página respostas ("Os fatos reais
sobre a Vale") para "O que estão dizendo sobre a Vale".

Veja a Matéria do UOL: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/01/27/vale-ganha-votacao-de-pior-empresa-do-mundo.jhtm
Vale ganha votação de pior empresa do mundo
A brasileira Vale, uma das maiores produtoras de minérios de ferro do mundo, foi "agraciada" nesta sexta-feira (27) com o prêmio Public Eye
(Olho Público, em tradução livre), que elege anualmente as companhias com pior comportamento em relação a meio-ambiente e direitos
humanos no mundo. A votação é organizada, desde 2000, pelo Greenpeace e a ONG Declaração de Berna. Entre as seis empresas
mundiais indicadas ao "prêmio", a Vale obteve o maior número de votos dos internautas: 25.042. A votação foi realizada pela internet 
<http://www.publiceye.ch/en/vote/> entre 5 e 26 de janeiro. Já o prêmio especial do júri deste ano foi recebido pelo grupo financeiro britânico
Barclays.

Vela a Matéria da Revista Exame: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/vale-leva-titulo-de-pior-empresa-do-
mundo
Vale leva o título de pior empresa do mundo
Mineradora é a primeira companhia brasileira a ganhar o prêmio inglório do “Public Eye People´s”, realizado pelo Greenpeace e pela ONG
Declaração de Berna
São Paulo - A Vale  <https://admin.exame.abril.com.br/topicos/vale>foi eleita a pior empresa do mundo pelo “Public Eye People´s”, premiação
realizada desde 2000 pelas ONGs Greenpeace e Declaração de Berna. É a primeira vez que uma companhia brasileira recebe o prêmio
conhecido como "Oscar da Vergonha", que avalia os impactos socioambientais causados pelas empresas. O resultado foi divulgado nesta
sexta, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos <http://exame.abril.com.br/topicos/davos>, na Suíça. Em votação aberta ao público, a
Vale foi eleita com 25 mil votos. No site da premiação <http://www.publiceye.ch/en/ranking/>, a nomeação da Vale é justificada por uma
“história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio
público e pela exploração cruel da natureza”. O texto também condena o fato de a mineradora ter comprado, em abril do ano passado, 9% de
participação no Consórcio Norte Energia S.A., responsável pela construção da usina de Belo Monte, no Pará. A indicação da mineradora foi
feita por um grupo de instituições sociais e ambientalistas formado pela Rede Justiça nos Trilhos, a Articulação Internacional dos Atingidos
pela Vale, o International Rivers e a Amazon Watch. Para expressar seu posicionamento sobre algumas acusações que foram feitas à
empresa acerca de sua atividade, a mineradora criou uma página especial na internet, aValeEsclarece,   <http://www.valeesclarece.com/>que
também reúne informações sobre suas ações de responsabilidade socioambiental. Em seu último relatório de sustentabilidade, também
disponível online <http://www.vale.com.br/pt-br/sustentabilidade/relatorio-de-sustentabilidade/paginas/default.aspx>, a empresa afirma que
“procura atuar com responsabilidade socioeconômica e ambiental nos territórios onde está presente, durante o ciclo de vida de seus
empreendimentos e visa à construção de um legado positivo observando neste processo os termos globais de sustentabilidade”. Para 2012,
a mineradora planeja investir US$ 1,65 bilhão em ações socioambientais.
Videos Fequimfar
03/02/12 - 16:30

Antônio Silvan fala sobre o fim do uso das Sacolinhas Plásticas

Antonio Silvan, presidente do STI Guarulhos da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas), fala em entrevista para a rede NGT sobre o polêmico fim do uso das sacolinhas plásticas nos mercados do Estado de São Paulo. “Banir nunca é a solução, substituir sacolas descartáveis por reutilizáveis irá custar 30 mil empregos para a indústria” declara Silvan.


Link para o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=VSnc3hTs3QI
Direto da base - Sorocaba
03/02/12 - 16:30
STI Sorocaba mobiliza trabalhadores da Petrowax pela manutenção de empregos

No mês de dezembro, dirigentes do STI Sorocaba encaminharam um ofício à empresa PETROWAX INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, com a finalidade de discutir o pagamento do grau de risco (periculosidade) que foi retirado dos trabalhadores por motivos ignorados, bem como o pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) conforme a Lei 10.101/2000 entre outros assuntos pertinentes aos interesses dos trabalhadores.

A diretoria do Sindicato também recebeu diversas informações sobre os fatos que estão ocorrendo junto à diretoria da empresa, porque, segundo informações dos trabalhadores, por motivos de divergências entre os proprietários, as atividades fabris poderão ser encerradas, sendo transferida toda a produção para uma empresa situada na cidade de Mauá.

Diante dos fatos, a direção do STI Sorocaba realizou uma assembleia  no dia 1º de fevereiro, na qual os trabalhadores aprovaram uma paralisação por tempo indeterminado até que a empresa se comprometa a manter os postos de trabalhos dos seus funcionários.
Unicidade fortalece o sindicalismo
João Carlos Gonçalves (Juruna) e Wagner Gomes
O debate sobre a unicidade versus pluralidade sindical, e as formas de custeio desta atividade fundamental para a defesa dos interesses dos trabalhadores, foi recolocado no Congresso Nacional, com a tramitação do Projeto de Emenda Constitucional 369, formulado no âmbito do Fórum Nacional do Trabalho e enviado ao parlamento em 2005 pelo então Ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.
Além dos aspectos políticos e jurídicos envolvidos, há também questões ideológicas - ou filosóficas, se preferir - que fundamentam as visões antagônicas. Elas dizem respeito ao papel do sindicato, sua natureza, e a natureza de suas relações com o Estado, com a categoria que representa, e com os patrões aos quais, em tese, se contrapõem.
Força Sindical
03/02/12 - 16:30
Aqueles que defendem a pluralidade sindical, o fazem em nome de uma liberdade teórica, cara ao liberalismo burguês, que permitiria ao trabalhador “escolher” o sindicato de sua preferência, de acordo com sua própria orientação política e ideológica. Formalmente, um trabalhador católico se filiaria a um sindicato católico; um comunista, a um sindicato comunista; o eleitor de Lula seguiria um sindicato que o apoiasse, ao contrário de um eleitor do PSDB que preferiria um sindicato tucano. E assim por diante.
A questão do financiamento do sindicato e da central seguiria uma lógica semelhante, derivada da opção individual por uma entidade que prestasse os melhores serviços para o trabalhador. Isto é, o trabalhador ficaria livre para pagar o sindicato, como é livre para pagar mensalidades de um clube ou de uma academia de ginástica, subordinando sua decisão à qualidade dos serviços prestados em troca do dinheiro com o qual pagou pela mensalidade.
A ponto de vista ideológico, neste caso, diz respeito à opção individualista ou coletiva (classista) de encarar a organização sindical.
A opção individualista está ancorada, desde a época da Revolução Francesa (quando os sindicatos começaram a ser organizados), na ênfase de uma relação contratual, na qual patrão e empregado seriam atores movidos apenas por sua vontade individual soberana e pela defesa de interesses particulares.
A ação sindical vista assim, deixa de ser um direito e transforma-se num serviço. E o trabalhador, nessa relação, perde a cidadania e veste a máscara do consumidor. Esta maneira de ver reduz a relação patrão-empregado ao confronto de duas vontades individuais, disfarçando, ou mesmo eliminando, a contradição de classe que permeia a troca entre patrão e empregado (em que o trabalhador vende sua força de trabalho pelo salário pago pelo patrão).
Desta forma, a relações sociais nos locais de trabalho, de compra e venda de mercadoria e mesmo de convivência entre as pessoas se reduz aos azares de relações pessoais.
A opção contrária, coletiva (classista), enfatiza, por sua vez, os interesses dos trabalhadores e o conflito fundamental entre o capital e a força de trabalho. Esta concepção considera os trabalhadores em seu conjunto. Neste sentido, a tradição operária aponta para a busca e para a construção da unidade de ação - e para a unicidade, e não pluralidade, sindical. A defesa e manutenção dos sindicatos é, nesta forma de ver, uma tarefa da classe trabalhadora em prol de seus interesses.
Feito este preâmbulo, consideramos agora a organização sindical brasileira.
Uma de suas bases é a universalização da representação - a organização sindical por categoria. Este modelo seria quebrado se passar a prevalecer a ideia de que os sindicatos representam apenas seus filiados. Está em jogo, nesta questão, a sustentação dos sindicatos. A ideia de flexibilizar a contribuição sindical, subordinando-a ao princípio da adesão ou decisão pessoal é, na verdade, uma forma de rachar a unidade e fragmentar o movimento. Por isso a contribuição dos trabalhadores para o custeio dos sindicatos precisa ser universalizada.
Cabe ressaltar que o verdadeiro papel dos sindicatos vai além da defesa dos interesses imediatos dos trabalhadores (salários, condições de trabalho, duração da jornada de trabalho, etc benefícios que derivam de sua luta e se estendem ao conjunto da classe). Seu compromisso extrapola os sindicatos e trabalhadores filiados. Os sindicatos, sobretudo, servem para formar cidadãos e estabelecer a coesão dos trabalhadores em defesa de seus interesses. Servem para garantir a regulação da ação do capital, o estabelecimento de leis de proteção contra a ganância do lucro máximo e, no limite, o despertar dos trabalhadores para novas formas de sociabilidade que superem as limitações do grosseiro economicismo vigente na sociedade capitalista.
Estas contradições comparecem com força ao debate contemporâneo. A resistência contra o pluralismo sindical é antiga. Já no início da década de 1950 Evaristo de Moraes Filho alertava para os riscos do pluralismo, em seu clássico O problema do sindicato único no Brasil: “Com a pluralidade fomentaríamos a criação de pequenos sindicatóides oriundos de desavenças doutrinárias, ideológicas, políticas, confessionais, ou de interesses talvez desonestos de uma minoria de trabalhadores ou mesmo de parte do patronato”. O risco apontado por ele é inequívoco: a divisão, a fragmentação e o enfraquecimento da luta dos trabalhadores numa circunstância em que, convivendo com múltiplas representações sindicais, entrariam inevitavelmente em concorrência dentro da própria classe, dentro da mesma categoria profissional.
A luta dos trabalhadores brasileiros por sindicatos livres já é secular, mas foi apenas nas últimas décadas que ela se configurou em organizações autônomas e independentes da ação do Estado. Tem razão aqueles que acusam a legislação trabalhista e sindical de, no passado, submeter os trabalhadores e suas organizações ao controle do Estado. Desde a década de 1930 os sindicatos, para serem reconhecidos, eram obrigados a obter as famigeradas “cartas sindicais” atribuídas pelo Ministério do Trabalho e ficavam efetivamente submetidos a ele, quase como organismos da ação oficial entre os trabalhadores. O Ministério monitorava as eleições sindicais, impunha estatutos, estabelecia regras para a realização de assembleias e eleições, determinava a forma de empregar recursos financeiros dos sindicatos e assim por diante. Mas a estrutura criada por Getúlio Vargas, no ensejo de suas ambigüidades, apesar de autoritária, garantiu o sindicato único para categorias, condição essências para realização de grandes greves.
E este quadro de subordinação, mantido pela Constituição de 1946 e agravado durante a ditadura militar de 1964, com suas intervenções em sindicatos, deposições de diretorias, prisões e perseguições contra lideranças sindicais muitas das quais pagaram com a vida a ousadia de enfrentar o arbítrio, mudou radicalmente com a Constituição de 1988. A Constituição Cidadã, de 1988, que está em vigor, assegura a liberdade de organização sindical ou profissional e reconhece os sindicatos como representantes legítimos e soberanos dos trabalhadores. Ao assegurar a unicidade e indicar as formas de custeio da atividade sindical a Constituição criou condições para o fortalecimento da ação sindical. Um outro passo importante foi dado em 2007 com o reconhecimento, pelo governo federal, das centrais sindicais como legítimas representantes dos trabalhadores, o que assegurou o repasse de recursos para seu financiamento.
Não se pode confundir este reconhecimento, pelo Estado e pelo governo, das entidades sindicais e o respeito à sua autonomia, com a subordinação das entidades ao Estado e a criação de obstáculos para sua ação livre. Aliás, foram os próprios trabalhadores e dirigentes sindicais que encontraram a maneira avançada de assegurar a diversidade mantendo a unicidade. Ela se deu através das centrais sindicais que, filiadas a orientações políticas e ideológicas diversas, aceitam a filiação de sindicatos simpáticos a uma ou outra forma de pensar (eis aí a pluralidade, que se manifesta no âmbito das entidades gerais) mas garantem sua ação comum, unitária, no  nível mais elevado da atuação compartilhada das centrais em torno de programas unitários decididos de comum acordo entre elas.
O debate sobre a reforma sindical não deve focar-se na falsa controvérsia da unicidade versus pluralidade. É fato que o movimento sindical fortaleceu-se sobremaneira no Brasil com a democratização, a ponto de, dos seus quadros ter surgido um presidente da República. Cresceu a sindicalização, o poder de negociação, as centrais foram reconhecidas, os sindicatos são figura fundamental no arcabouço institucional do país, fato que vai contra a corrente que empurrou, em diversas regiões do planeta e especialmente nas economias centrais, o sindicato para um papel secundário e coadjuvante no movimento político. Como explicar tal movimento à luz dos que consideram que a unicidade sindical é o mal de todos os males do movimento sindical brasileiro?
É simples, esta não é a contradição e o problema central do movimento dos trabalhadores. Devemos lutar para reforçar os sindicatos, ampliar sua representatividade, democratizá-los. Muito se fez nos últimos anos e devemos fazer mais, pela via do reforço da unidade de ação entre as centrais e de seu programa comum já rascunhado nas Marchas dos Trabalhadores e na CONCLAT de 2010.
Há questões fundamentais de reforma sindical que devem ser abordados, como o direito à representação sindical por local de trabalho e a superação dos obstáculos à livre ação sindical impostos especialmente pelo Ministério Público do Trabalho.

Podemos avançar para estabelecer critérios comuns dentre as centrais sindicais visando democratizar as entidades, garantir eleições livres e justas, para que o pluralismo político da sociedade possa se manifestar claramente no interior de cada sindicato.

João Carlos Gonçalves (Juruna) - secretário-geral da Força Sindical
Wagner Gomes - presidente da CTB (Central dos Trabalhadores (as) do Brasil)

03/02/12 - 16:30
Videos Fequimfar
Sérginho fala sobre Campanha Salarial do Setor Farmacêutico

O NGT Notícias, telejornal da Rede NGT, entrevistou Sérgio Luiz Leite, o Sérginho, presidente da FEQUIMFAR, sobre a organização e o início da Campanha Salarial do Setor Farmacêutico do Estado de São Paulo. Serginho destacou a importância da Campanha, que depois de dois anos voltada para a negociação de cláusulas sociais, este ano será concentrada em questões econômicas, como Reajuste Salarial, aumento real de salários, piso salarial e as questões de participação nos lucros e jornada de trabalho.




Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=L3GA0MYCznY