Federação dos Trabalhadores Nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo
Força Estadual
Força Estadual
Registro Sindical 104.187/58 - CNPJ 62.812.953/0001-01
A Fundação da Central
Diz a capa do número 1 da revista da Força Sindical, publicada logo após a sua inauguração: "A Força Sindical nasce moderna, pluralista, democrática e com um projeto ambicioso: mudar o Brasil". Essas palavras mostraram a sua força ao longo dos anos, pois desde a sua fundação a central se caracterizou por essas qualidades.
A central Força Sindical é considerada como a primeira que teve coragem de modificar a visão do sindicalismo e do trabalho em geral. O pluralismo se verificou logo na sua fundação, onde uma pesquisa do professor da USP Leôncio Martins Rodrigues verificou que, entre os membros da nova central, havia partidários das mais diversas matizes ideológicas e preferências distintas para o primeiro turno da eleição presidencial que se realizaram em 89. Até hoje é característica da Força Sindical envolve os mais diversos pontos de vista e estimula o livre debate de idéias, ou seja, uma central democrática.
A Central foi fundada em 8 de março de 1991 num grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, que se estendeu também nos dias 9 e 10 de março, reunindo mais de 2,5 mil pessoas, vindas de todo o país e também do exterior. Ao redor da nova proposta se aglutinaram líderes sindicais e trabalhadores que tiveram a percepção do descompasso em que o movimento sindical se encontrava: muito discurso e pouca ação, proposta de mudanças inviáveis que não levavam a lugar algum e falta de coragem para discutir e propor a modernidade do movimento sindical eram atributos das entidades que defendiam o trabalhador.
“Era preciso dar aos trabalhadores o reconhecimento de que eles poderiam participar do processo, sentando às mesas de negociações e endurecendo quando necessário. Antes de tudo, que os trabalhadores fossem voz ativa dos novos tempos que viriam. E esse intento a Força Sindical conseguiu e continua lutando. Pois nós temos um caminho e esse caminho não tem volta”, declarou o primeiro presidente eleito da Força Sindical, Luiz Antonio de Medeiros, em seu primeiro discurso como líder de uma nova proposta que tomou conta do país.
A Força dos Químicos
Após processos de reestruturação, organização, muito trabalho e lutas, Danilo, junto com sua diretoria, foi reeleito, através de processos democrático, com votações unânimes e o forte apoio dos sindicatos filiados. Nesse período foram realizados o IV e o V Congresso da Federação, que respaldaram a linha política e sindical da Federação, sendo que em seu IV Congresso, realizado em 1998, os delegados participantes, representando os sindicatos filiados, aprovaram em plenária a filiação à Central Força Sindical.



Força Sindical comemora Dia Internacional da Mulher
As trabalhadoras lotaram o auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo para comemorar o Dia Internacional da Mulher, que contou com a presença de toda a direção da Central, sob o comando do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, e do ministro do Trabalho Carlos Lupi. "Hoje é um dia de reflexão", disse a Secretaria Nacional da Mulher da Força Sindical, Maria Auxiliadora dos Santos. Segundo Auxiliadora, "neste ano, o Dia Internacional da Mulher completa 100 anos, mas elas ainda enfrentam muitos desafios, como a desigualdade salarial (as mulheres ganham 30% menos que os homens); a divisão desigual das tarefas domésticas, que precisam ser encaradas para encontrar soluções". Outro ponto importante, afirmou a secretária nacional da Mulher, é a eleição

deste ano. "Temos que ajudar os companheiros que vieram do berço dos trabalhadores e parar com esse negócio que mulher não vota em mulher. Se sabemos administrar nossa casa com poucos recursos sabemos governo o País sim", destacou. "Caberá a nós ouvirmos as mulheres e adotarmos práticas que solucionem seus problemas", disse Danilo Pereira, presidente da Força Sindical São Paulo. O ministro Carlos Lupi comentou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, que mostra mais mulheres no mercado de trabalho com curso universitário completo e incompleto. De acordo com o ministro, ao contratar mais mulheres as empresas visam reduzir custos porque elas ganham 30% menos que os homens.
Força Sindical inaugura sua sede
No dia 7 de março, a central Força Sindical inaugurou sua sede própria, em São Paulo. Desde que foi fundada em 1991, a Central usou as instalações do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Na ocasião, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da central, reiterou que a unidade das centrais tem garantido vitórias dos trabalhadores, como a política de valorização do salário mínimo, aumento real para os aposentados, entre outros, avanços obtidos no Congresso Nacional. João Carlos Gonçalves, Juruna, Secretário-geral da Força Sindical, que foi o apresentador na cerimônia de inauguração, informou que as centrais farão a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, no Pacaembu, onde será elaborado um documento contendo as reivindicações dos trabalhadores, que será entregue aos candidatos a presidentes da República.
Artigo
Reduzir a jornada de trabalho é ampliar direitos
Por João Carlos Gonçalves
Medida poderá criar cerca de 2 milhões de postos de trabalho
"Na realidade não havia horas regulares: os mestres e os gerentes faziam conosco o que desejavam. Os relógios nas fábricas eram frequentemente adiantados de manhã e atrasados à noite; em vez de serem instrumentos para medir o tempo, eram usados como

disfarces para encobrir o engano e a opressão. Embora isso fosse do conhecimento dos trabalhadores, todos tinham medo de falar, e o trabalhador tinha medo de usar relógio, pois não era incomum despedirem aqueles que ousavam saber demais sobre a ciência das horas"*.
A luta dos trabalhadores pela redução da jornada de trabalho acontece desde os primórdios do capitalismo. No início era quase uma questão de sobrevivência dos operários nas fábricas, que trabalhavam jornadas exaustivas e extenuantes, chegando ao absurdo de 18 horas diárias.
Com o passar do tempo, o fortalecimento das organizações dos trabalhadores, um significativo aumento das mobilizações e as negociações entre capital e trabalho acontecendo de forma mais democrática fizeram com que a pauta por melhores condições de trabalho passasse a conter um item extremamente importante, que se traduzia (e ainda se traduz) na forma de redução da jornada.
Todas as modificações ao longo dos anos ocorreram devido à mobilização dos trabalhadores. No Brasil, a redução da jornada de trabalho sempre fez parte da luta sindical, e já produziu efeitos positivos. A intensa luta levou, na década de 30, à primeira lei nacional, que a limitava em 48 horas semanais. No início do século, com as jornadas insuportáveis, as primeiras manifestações contrárias à carga excessiva não tardaram a acontecer. Temos registros, do fim do século 19, de lutas por uma jornada menor travadas pelos comerciários na cidade do Rio de Janeiro.
No início da década de 1980, também como resultado da movimentação sindical, várias categorias conquistaram jornadas que variavam entre 40 e 44 horas por semana, fortalecendo as lutas dos trabalhadores e sensibilizando a sociedade para que fosse garantido um teto de 44 horas semanais na Constituição Federal de 1988.
Nestes 22 anos que se seguiram, a bandeira da redução da jornada sempre esteve na ordem do dia das entidades sindicais. E novamente estamos diante de um embate para reduzir a carga horária semanal. O processo de discussão não está somente no Congresso Nacional, que debate a PEC 231/95, de autoria dos senadores Inácio Arruda (PC do B) e Paulo Paim (PT), relatada na Câmara pelo deputado Vicentinho (PT). Essa PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuir os salários, além de aumentar o valor das horas-extras de 50% para 75%.
O presidente da Força Sindical e deputado federal (PDT-SP), Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, junto com sindicalistas de todo o Brasil, está mobilizando a todos no Congresso e nos locais de trabalho visando esclarecer e conquistar apoio para a redução da jornada de trabalho. As mobilizações ocorrem nas empresas, nas ruas e nas entidades de classe. Há toda uma pressão para colocarmos em votação no plenário ainda neste semestre. Vários partidos, entre eles o PDT, já fecharam questão em favor da aprovação da matéria.
As Centrais Sindicais (Força Sindical, CUT, CGTB, UGT, CTB e Nova Central), na chamada Unidade de Ação, estão mobilizadas, atuando conjuntamente e construindo uma agenda pela aprovação da PEC. Como símbolo da vontade popular, as Centrais entregaram ao Congresso, em 2008, 1,5 milhão de assinaturas reivindicando a redução da jornada.
Recentemente, o presidente da Câmara Federal, Michel Temer, apresentou uma proposta de reduzir a jornada para 42 horas semanais em 2011, com a perspectiva de uma nova negociação em 2013. É muito louvável o gesto do presidente da Câmara em buscar um bom entendimento entre capital e trabalho. A Força Sindical está realizando uma consulta sobre o tema entre suas entidades filiadas e os trabalhadores da base. Podemos ter a vitória da redução.
Vale destacar que a implementação da medida tem o potencial de criar, em uma primeira etapa, cerca de 2 milhões de postos de trabalho (dados do Dieese). Mas, além dessa questão devemos também refletir sobre as vantagens sociais, já que o trabalhador passará a ter mais tempo para a família, para o lazer e para a sua própria qualificação profissional. A medida também vai contribuir para a diminuição dos problemas de saúde e acidentes de trabalho, resultantes das jornadas exaustivas.
Não podemos nos calar diante da falácia empresarial de que a medida irá encarecer a produção nacional. Dados do Dieese mostram que a produtividade das empresas, de 2000 até agora, cresceu 27%, enquanto o custo com redução da jornada deverá aumentar apenas 1,99%. Como a produtividade nas empresas tem crescido constantemente, em menos de seis meses o aumento do custo seria compensado.
Como podemos perceber, os números revelam um brutal aumento dos ganhos de produtividade. E esses ganhos, oriundos das inovações tecnológicas e arranjos organizacionais, não podem ficar só com o capital. Eles também são frutos da dedicação da classe trabalhadora, e, portanto, devem ser estendidos a todos.
A redução da jornada, como pensamos, fortalece o mercado interno e faz parte do movimento pró-cíclico pelo desenvolvimento econômico, com distribuição de renda, porque é um importante mecanismo para se repartir parte dos ganhos de produtividade acumulados pelo capital.
Da mesma forma que os operários ingleses convenceram a sociedade britânica da importância de se reduzir a jornada, e hoje trabalham 37 horas semanais, nós, brasileiros, com a busca incessante por negociações de forma democrática e com a mudança da lei, também vamos conseguir o nosso objetivo de uma sociedade mais justa, com emprego, dignidade e renda para todos.
*Chapters in the life of a Dundee factory boy (Dundee, 1887) apud Thompson, E.P. Costumes em Comum, SP: Cia. das Letras, 1998. p.290
João Carlos Gonçalves (Juruna) é metalúrgico, secretário-geral da Força Sindical e ex-presidente do Dieese
Fonte: Valor on line (05/03/2010)


REDUÇÃO DA JORNADA E GERAÇÃO DE EMPREGO
Trabalhadores na indústria farmacêutica, representados pela Fequimfar conquistaram, em Convenção Coletiva, a redução da jornada de 40 horas, sem perdas salariais, em 2008, sendo que a mesma foi implantada em setembro de 2009, e mesmo com a crise financeira internacional, o emprego no setor teve um saldo positivo de 13.442 vagas, no Brasil, e de 4.367 postos de trabalho no estado de São Paulo, segundo dados do CAGED, avaliados pelo Dieese, referente ao último ano.
“Nossas conquistas para os trabalhadores do setor farmacêutico servem de referência para outras categorias. Fomos um dos primeiros segmentos a conquistar em Convenção Coletiva, a redução da jornada para 40 horas semanais, sem perdas salariais. Hoje o setor é destaque em relação ao próprio crescimento e no número de trabalhadores com carteira assinada”.
Sergio Luiz Leite
presidente da Fequimfar
Balanço Geral de emprego nos segmentos químicos em 2009
Apesar da crise internacional que atingiu a economia brasileira, provocando desemprego em alguns setores, os dados do Caged mostram um saldo positivo nos postos de trabalho do setor químico e junto aos segmentos que o compõem.
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar) encerrou 2009 com resultado positivo, em relação a diferença entre admitidos e desligados nos segmentos da indústria química, do plástico, fabricação do álcool e de produtos farmacêuticos, junto aos trabalhadores representados. Os dados mostram que no Brasil, foram criadas 13.442 vagas, sendo que no estado de São Paulo, o número de postos de trabalho gerados foi de 4.367.
Segundo informações do Dieese, no Brasil, o setor químico industrial admitiu 233.822 e demitiu 220.380, gerando um saldo positivo, correspondente a criação de 13.442 postos de trabalho.
No estado de São Paulo a situação não foi diferente: 90.930 trabalhadores foram admitidos e 86.563 foram demitidos. O saldo foi de 4.367 postos de trabalho gerados.
A crise não atingiu o setor químico
Desde o início do alarde para a crise econômica mundial, a Fequimfar entendeu que o mais importante seria a manutenção dos empregos. Em 2009, apoiada pelos seus 33 sindicatos filiados, representando 155 mil trabalhadores, a Fequimfar realizou uma série de reuniões e manifestações, mobilizando os trabalhadores em ações pela garantia dos postos de trabalho e também por melhoria das condições de emprego.
Nas negociações salariais, a Fequimfar também conquistou diversos benefícios aos trabalhadores da base, tais como:
• Reajustes salariais com aumento real
• Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais (já conquistada pelo setor farmacêutico)
• PLR (participação nos lucros e resultados das empresas
Além disso, o resultado positivo de 2009 revela que o movimento sindical esteve unido e alerta, negociando medidas concretas e importantes que mantiveram a renda dos trabalhadores e o consumo interno aquecido, como:
• Redução do IPI nas linhas automotivas e branca com a garantia dos postos de trabalho
• Política de valorização do Salário Mínimo
• Oferta de crédito via BNDES
• Aumento real de salários


Rua Tamandaré, 120/124 - Liberdade - Cep 01525-000 - São Paulo - SP - Fone (11) 3277-5000 - Fax (11) 3277-5216 - email: fequimfar@fequimfar.org.br
Nota das centrais sobre o aumento do salário mínimo
É de conhecimento geral a importância do salário mínimo para o enfrentamento das desigualdades sociais e regionais existentes; o seu significado para os mais de 40 milhões de trabalhadores brasileiros que dele dependem; os impactos positivos às mulheres, jovens e beneficiários das políticas sociais e a importância que tem no fortalecimento do mercado interno, essencial para o desenvolvimento soberano do país.
Diante da excepcionalidade do conjunto de medidas adotadas pelo governo no último período para combater a crise, as centrais defendem: Abertura imediata de negociação do governo com as centrais para a definição do valor do salário mínimo de 2011.
Diante da estimativa da variação do INPC de 2010 (5,52%) e a média do crescimento econômico de 2006 a 2009 (PIB, de 3,8%), propomos o valor arredondado de R$ 560,00.
CUT, Força, UGT, CTB, CGTB e Nova Central unificam posição
As centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CGTB e NCST, estiveram reunidas no dia 1º de setembro, com o objetivo de reafirmar o acordo de valorização permanente do salário mínimo - firmado em 2007 - e definir uma posição unificada sobre a proposta do governo federal para a fixação do seu valor em janeiro de 2011.
02/09/2010 - 16:33
Centrais sindicais e ministro Lupi discutem mudanças no ponto eletrônico
Dirigentes das centrais sindicais e o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, discutem amanhã (dia 5), às 15 horas, em Brasília, mudanças na implantação do ponto eletrônico. O representante da Força Sindical será o 1º secretário da Central, Sérgio Luiz Leite, que também é presidente da FEQUIMFAR. O uso da desta tecnologia foi regulamentada pela Portaria 1.510, do Ministério do Trabalho. Com o ponto eletrônico, as novidades serão a emissão de comprovante impresso quando o trabalhador bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.
04/09/2010 - 17:20
Prezado companheiro,
Deixo hoje a presidência da Força Sindical, que exerci interinamente, com grande honra, enquanto durou a campanha vitoriosa de releição a deputado de nosso presidente Paulinho, reeleito para a Câmara Federal.
Paulinho reassume hoje a presidência de nossa central, com nosso irrestrito apoio.
Durante os poucos dias em que estive à frente da Força Sindical, viajei pelo país, conheci novos companheiros e estreitei laços com outros.
Participei de reuniões importantes em Brasília e pude acompanhar de perto o enorme e persistente crescimento de nossa central, que hoje está em todas as regiões do país e categorias profissionais.
Pude comprovar que esse crescimento é fruto do trabalho persistente de todos os dirigentes filiados à nossa central - como você.
Pude também confirmar o grande respeito com que a Força Sindical é recebida em todos os lugares, seja pelo trabalhador humilde, o militante dedicado, o empresário, o juiz, o parlamentar, o governador, o ministro ou o presidente da República.
Aprendi muitas coisas e melhorei, como liderança sindical, ao longo desse pequeno período em que procurei exercer, com responsabilidade, essa difícil função.
Quero agradecer a confiança em mim depositada e desejar toda a sorte a nosso presidente e deputado Paulinho.
Temos grandes batalhas pela frente e juntos haveremos de tornar realidade as conquistas das quais não podemos e não haveremos de abrir mão.
Muito obrigado a todos, Miguel Torres
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
07/10/2010 - 16:00
Força Sindical
O companheiro Miguel Torres deixou a presidência da Força Sindical e reassumiu a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. Leia a carta enviada por ele, agradecendo o apoio de todos:
São Paulo, 5 de outubro de 2010
Juruna fala sobre Organização Sindical em evento do TST
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), participou do Fórum Internacional sobre Direitos Sociais - Trabalho Decente e Desenvolvimento Sustentável, realizado pelo Tribunal Superior Trabalho (TST) nos dias 12 e 13 de setembro. Juruna falou sobre Desafios e Perspectivas para o Diálogo Social no Brasil: O Modelo Sindical Brasileiro e a Reforma Sindical.
08/10/2010 - 12:15
Força Sindical e demais centrais fazem manifestação pelo Trabalho Decente
No dia 8 de outubro, centenas de dirigentes sindicais participaram da manifestação promovida pela Força Sindical e demais centrais sindicais para marcar o Dia Mundial pelo Trabalho Decente. O grupo saiu em passeata da frente do Teatro Municipal de São Paulo e seguiu pelo centro da cidade até o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), onde foi entregue documento com reivindicações ao superintendente regional, José Roberto de Melo. Lideranças da FEQUIMFAR e de seus sindicatos filiados também participaram do ato.
25/10/2010 - 14:40
Embaixador da Coreia do Norte na Força Sindical
No dia 6 de dezembro, o secretário geral da FEQUIMFAR, Edson Dias Bicalho, que é Secretário Adjunto para Mercosul e África da Força Sindical, participou de encontro que recebeu o embaixador da República Popular Democrática da Coreia, Ri Hwa Gu. Na ocasião, ele falou um pouco sobre a situação política, econômica e social do país e também sobre o conflito militar vivido nos dias atuais pelos coreanos.
Exposição
Quem participou do evento pode conhecer um pouco mais da cultura coreana através de livros, fotos, quadros e artesanatos de artistas daquele país. A exposição foi promovida pela embaixada da República Popular Democrática da Coreia.
08/12/2010 - 14:10
Força Sindical
Força Sindical realiza 1ª Jornada de Direitos Humanos
Em conjunto com sindicatos e federações, a central Força Sindical realizou a 1ª Jornada sobre o tema, no auditório do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo (Sinsaude). Na abertura, cada dirigente leu um trecho da Declaração dos Direitos Humanos e em seguida, aconteceram apresentações de música e capoeira.
Representando os Químicos da Força, estiveram presentes Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, Levy Gonçalves, diretor da Federação dos Químicos, Toninho Messias, diretor do STI Guarulhos, Vilma Pardinho, diretora do STI Guarulhos, além de companheiros e companheiras de sindicatos filiados.
17/12/2010 - 09:40
Força Sindical
Hoje, lideranças da FEQUIMFAR e sindicatos filiados participaram da manifestação organizada pelas centrais sindicais que aconteceu na entrada do escritório da Presidência da República em São Paulo, na avenida Paulista.
Pela manhã, foi realizada uma reunião entre as lideranças sindicais e os ministros Guido Mantega (Fazenda), Carlos Lupi (Trabalho) e Gilberto Carvalho (secretário-Geral da Presidência), que tratou sobre reajustes do salário mínimo e dos aposentados e a atualização da tabela do IR.
Mobilização pelo aumento do Salário Mínimo
05/02/2011 - 15:15
Consideramos alentador o resultado do PIB (Produto Interno Bruto), divulgado hoje pelo IBGE. O crescimento de 7,5% em 2010 irá beneficiar as negociações salariais, que envolvem milhões de trabalhadores, neste semestre, e poderá fomentar um ciclo virtuoso na economia, com o aumento do consumo, da produção e do emprego.
O crescimento, ressaltamos, trará um reajuste substancial no salário mínimo do ano quem vem, conforme o acordo fechado entre as Centrais Sindicais e o governo.
O PIB poderia ser maior se as taxas de juros estivessem menores. O governo precisa entender que juros em patamares estratosféricos funcionam como uma trava para o setor produtivo. Infelizmente,

os tecnocratas do governo insistem em se curvar ao capital especulativo. Somente no início deste governo tivemos duas altas consecutivas da taxa básica de juros.
Vale lembrar que este PIB vigoroso é consequência das medidas anticíclicas adotadas pelo governo, após negociação com as Centrais, que estimularam o consumo durante as incertezas econômicas em anos anteriores. Entre as medidas destacam-se o reajuste do salário mínimo - conquistado pelas Centrais Sindicais -, a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e a ampliação das parcelas do seguro-desemprego. Isto fica evidente nos dados que informam que o PIB foi embalado pelo setor de serviços e pela recuperação da indústria, setores favorecidos diretamente pelas medidas citadas.
Os trabalhadores anseiam que o governo estimule o cresciment o da economia este ano diminuindo as exorbitantes taxas de juros, aumentando o investimento em infraestrutura e no social. O crescimento deve ser compartilhado com todos por meio de medidas que promovam a distribuição de renda e a diminuição das desigualdades sociais existentes no País.

Força Sindical - PIB Brasileiro.
Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical
Unidade das Centrais Sindicais e a contribuição sindical.
As centrais sindicais signatárias desta nota reafirmam a importância da Unidade de Ação como instrumento de fortalecimento da luta da classe trabalhadora. Esta Unidade de Ação tem sido exitosa com importantes resultados em prol dos trabalhadores. Como exemplos podemos citar: as Marchas à Brasília que garantiram aumentos reais e regras para o salário mínimo, as vitoriosas campanhas salariais unificadas e a Conferência da Classe Trabalhadora no Pacaembu com a presença de mais de 30 mil sindicalistas que deliberou propostas para o desenvolvimento do País. Neste importante momento histórico para a classe trabalhadora, introduzir no debate o fim da contribuição sindical é uma forma de causar cizânia e um instrumento que visa enfraquecer as entidades sindicais e
romper abruptamente o processo de unidade das Centrais Sindicais. Entendemos que reduzir a questão do financiamento sindical à demanda pelo fim da Contribuição Sindical não colabora com a construção de uma alternativa democrática ao atual modelo. Conclamamos as entidades sindicais a reunir todos os esforços para manter a Unidade de Ação como grande instrumento de conquista para a classe trabalhadora.
Força Sindical - Taxa Selic.
Ao elevar a Taxa Selic, o governo, mais uma vez, atende os interesses do capital especulativo, com uma clara demonstração de que o espírito conservador continua orientando a política monetária nacional.
Infelizmente, está prevalecendo uma nefasta simpatia da equipe econômica pelo mercado especulativo. Vale sublinhar que o governo que se inicia já subiu, em apenas 60 dias, duas vezes a taxa básica de juros, criando um cenário extremamente adverso à produção e à geração de emprego e renda.
É uma falácia acusar uma escalada inflacionária, justamente agora que começam a surgir alguns sinais de desaquecimento na economia. A elevação do juro, destacamos, tem múltiplos efeitos negativos sobre a economia nacional, pois promove uma transferência perversa de renda para a oligarquia
financeira, prejudicando, assim, os interesses da classe trabalhadora. Esta decisão desastrosa do governo, somada ao corte bilionário no orçamento e ao novo valor do novo mínimo, sem reajuste real, caminha na contramão do desenvolvimento econômico com distribuição de renda. Com uma miopia econômica voltada para os interesses apenas dos integrantes da ponta da pirâmide social, o governo continua frustrando os anseios dos trabalhadores por uma sociedade mais igualitária e socialmente mais justa.
Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical
10/03/2011 - 16:30
São Paulo, 2 de Março de 2011
Força Sindical
Presidente Paulo Pereira da Silva, Paulinho
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Presidente Wagner Gomes
União Geral dos Trabalhadores
Presidente Ricardo Patah
Nova Central Sindical dos Trabalhadores
Presidente José Calixto Ramos
10/03/2011 - 16:30
10/03/2011 - 16:30
Força Sindical
1º de Maio Unificado
A FEQUIMFAR participou do lançamento do 1º de Maio 2011 Unificado, no dia 22 de março, na Praça Ramos, centro de São Paulo. Levy Gonçalves, diretor da FEQUIMFAR, e companheiros dos sindicatos filiados e da CNTQ, estiveram presentes no evento e também distribuíram informativos sobre o Dia Internacional do Trabalho. Com o tema "Desenvolvimento com Justiça Social", este ano, a grande Festa do Trabalhador será promovida pela Força Sindical, UGT, CTB, CGTB e NCST, e será realizada na Avenida Marquês de São Vicente, próximo ao metrô Barra Funda (entre os viadutos Pompéia e Antarctica).
Serão defendidas as seguintes bandeiras de luta:
- redução da jornada sem redução de salários;
- valorização do salário mínimo;
- fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias;
- redução da taxa de juros;
- igualdade entre homens e mulheres;
- reforma agrária;
- Trabalho decente;
- valorização do serviço público e do servidor público;
- educação profissional.
29/03/2011 - 17:55
Força Sindical
20 anos de Força Sindical
O início das comemorações dos 20 anos da Força Sindical foi marcado pela democracia e pluralidade, que caracterizou a Central neste período. Estas qualidades da Central, aliadas a autonomia e a independência foram ressaltadas pelos convidados e dirigentes sindicais. Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, participou da comemoração, ao lado de diretores dos sindicatos filiados. A Força Sindical foi criada em 8 de março e desde então, firmou-se como uma das mais importantes centrais brasileiras, representando mais de 1.600 sindicatos de trabalhadores da ativa e aposentados, federações, confederações e colônias de pescadores. Durante todo o ano, serão realizados eventos comemorativos, com ciclos de debates sobre temas relativos ao mundo do trabalho.
01/04/2011 - 16:00
"20 anos da Força Sindical"
Compromisso de Luta pelos Trabalhadores
O presidente da Fequimfar, Sérgio Luiz Leite "Sérginho" entregou ao presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da silva, "Paulinho", na última reunião da direção nacional da Força Sindical, em São Paulo, capital, uma placa em comemoração aos 20 anos da entidade, onde reitera o compromisso da Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) junto à central, sempre em defesa dos direitos da classe trabalhadora.
"Nosso homenagem a central que mais cresce no país, onde reiteramos toda a nossa luta em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil"
Sérgio Luiz Leite "Sérginho" - presidente da Fequimfar
19/04/2011 - 14:30
Festa do Trabalhador
Químicos da Força participam das comemorações de 1º de maio
Em sua comemoração de 1° de maio, São Paulo recebeu, num evento na região da Barra Funda, mais de 1 milhão de pessoas que apoiaram junto com as centrais sindicais - Força Sindical, CTB, CGTB, UGT e NCST- a luta por melhorias trabalhistas como: redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, reforma agrária , implantação de uma política para valorização do salário mínimo, igualdade entre homens e mulheres, valorização do servidor público e da educação profissional, fim do fator previdenciário, regulamentação da terceirização e redução da taxa de juros. O evento também contou com a participação de diversos artistas e o sorteio de 20 automóveis 0km.
11/05/2011 - 09:20